É possível ensinar poesia? Indagações sobre poesia, ensino e filosofia

Apresentação por Gabriel Reis MartinsEnsaio por Isadora Urbano Desaprender oito horas por dia ensina os princípios Manoel de Barros, O livro das ignorãças. Se uma das prerrogativas da poesia é promover a liberdade – conferindo “um novo sentido às palavras da tribo”, já escrevera Stéphane Mallarmé –, não seria contraditório submeter o jovem leitor àsContinuar lendo “É possível ensinar poesia? Indagações sobre poesia, ensino e filosofia”

A paixão segundo G.H., de Clarice Lispector: a barata, O Mistério e o neutro

Apresentação de Gabriel Reis MartinsResenha-ensaio de Lorena Camilo Já faz algum tempo que nós começamos a disponibilizar dois gêneros importantes aqui no Duras Letras: as resenhas e os artigos acadêmicos, em uma tentativa de aproximar ainda mais os leitores e leitoras de nossos colaboradores. E, justamente pensando nessa relação e nos gêneros, preparamos agora umContinuar lendo “A paixão segundo G.H., de Clarice Lispector: a barata, O Mistério e o neutro”

Narrativas da ditadura na literatura brasileira contemporânea: formas de crítica e de resistência

Texto por Gabriel Reis Martins Não há dúvidas de que a literatura brasileira, nos dias atuais, é plural e multicultural, o que significa que são muitas as vertentes que a compõem. E, pensando que falar de todas elas é uma tarefa dificílima (e talvez impossível), e também levando em conta estes tempos sombrios pelos quaisContinuar lendo “Narrativas da ditadura na literatura brasileira contemporânea: formas de crítica e de resistência”

O fio seco da teia que norteia: uma leitura de Ramos, Cabral e Salles

Artigo escrito por Laura Moreira Teixeira Os caminhos da seca Botoso (2013) cria uma bela imagem da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos. O pesquisador afirma que “a história de Fabiano pode ser comparada a uma teia de aranha, na qual ele e sua família estão sempre no centro, enredados, sem saída, presos como vítimas de umaContinuar lendo “O fio seco da teia que norteia: uma leitura de Ramos, Cabral e Salles”

Infância, de Graciliano Ramos: memória e transculturação narrativa

Delineia-se a identificação de elementos modernos e configuradores de transculturação narrativa na obra “Infância”, de Graciliano Ramos. Trata-se de um livro que oscila entre a confissão e a ficção, perfazendo uma interessante mescla pautada no tom memorialístico e na dificuldade de acessar e representar as recordações advindas da memória.